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  • ​Contos do Viveiro: O “Vício” em Presença

    Tem gente que chega aqui no Viveiro com a Síndrome da Babilônia estampada no rosto. É aquele olhar de quem ainda está tentando responder a um mundo que nunca desliga. É o sujeito que traz o ruído da cidade no corpo, sempre checando o bolso como se o celular fosse um respirador artificial.​Aí, a pessoa passa pelo Portal do Viveiro. Ela entra no protocolo HARMO, pisa no chão, e ouve o som dos pássaros que, aqui, não fazem eco — eles fazem curadoria.​Dois dias atrás, vivi uma cena que sintetiza o que a gente faz aqui. Eu estava no meio do nosso tour “Harmoniza para o irmão”, conduzindo a experiência, quando ouço um grito de alegria.​Era um hóspede vindo da cachoeira, do Espírito Santo (ES). Ele chegou “elétrico”, vivo, com aquele brilho no olho de quem acabou de se reencontrar. Ele nem esperou chegar perto e soltou:— “Rivass! Passei o dia todinho no sistema Bio-Fi™! Nem encostei no celular, cara! Foi incrível!”​O depoimento ecoou no meio do protocolo. E o melhor? Do lado, um outro hóspede, esse de São Paulo, que estava no tour comigo, ouviu aquilo, sentiu a energia que o outro trazia, e soltou, na lata:— “É? Então eu vou adotar também! Tô animado com isso!”​E continuamos o tour, com a frequência lá no alto.​Não teve palestra, não teve regra, não teve “proibido usar eletrônicos”. Teve apenas o ambiente falando mais alto que qualquer notificação. Eles não largaram o celular por obrigação; largaram porque, pela primeira vez no dia, a vida real ficou mais interessante que o mundo digital.​E não tem segredo, é pura física biológica. Quando você silencia o ping das notificações da Babilônia, o seu ouvido começa a sintonizar frequências que estavam perdidas: o estalo da brisa na folha, o balé das nuvens, o som da água que limpa a mente antes mesmo de tocar na pele.​É como entrar num mundo mágico — mas o mágico é o mundo como ele sempre foi. A gente é que tinha esquecido o caminho de casa.​É isso que a gente faz aqui. A gente cria o campo de força, limpa o cache e conecta pessoas através do Bio-Fi™. A mágica acontece sozinha, porque o ser humano, no fundo, só quer uma desculpa para ser humano de novo. E aqui, a nossa Rede Humana é a prova disso: gente de todo canto, sintonizada na mesma frequência, redescobrindo o essencial.​Seja bem-vindo aos Contos do Viveiro. Onde a gente não desliga o Wi-Fi, a gente liga a nossa Rede Humana. O convite está feito: venha viver o Bio-Fi™ e sinta o que é estar, finalmente, conectado ao que importa.​Um abraço,Rivass – A Voz do Viveiro.